quinta-feira, 15 de abril de 2010

Chove chuva

Com criatividade prescisa, dividos em partes, argumentos e artes o acontecimento que não para, chove, só chove, e só vai continuar chover.
     A água evapora dos mares, rios e lagos, para o céu, transição entre imensidões azuis, lá nas onde a calmaria à guarda, os mares açoitam as costas com ondas pesadas, para ser discreto, e nada concreto. De onde o chão é pequeno, gotas delas desenvolvem, precipitam em forma de chuvas, que se cruzam, em meio todo aquele horizonte, cores nascem no céu. Não, há cor definida na verticalidade em que se assuntam, poucos que olham para o que desce, em prol, nuvens pesadas se chocam, desenvolvendo um barulho absurdos, que deslizam risco na velocidade da luz no céu, um clarão, ou um ponta de eletrons na terra, traçam um caminho até o céu, ligando as partículas carregadas de carga negativa entre os mundos, desenham os raios.
  E aqui se acumulam as águas, rios, enxurradas, e ruas alagadas, pessoas isoladas, a mizéria atenuada, e lágrimas salgadas, de triste que não tem muito e agora não sobrou mais nada, mas... Há algo essencial, especial e proposital, é a natureza, e contra ela? Não há NADA.
A chuva é passageria, assim como a nossa inteligência é costumeira, o ser humano é um ser racional ocupado de imoralidade, enquanto a chuva molha suas roupas no varal, é só uma questão de opnião, não acha?

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