- Alí estava ela sentada naquela areia branca de frente para o mar a observar o horizonte que se perdia naquela alvorada que matizava o azul do céu com os primeiros ultras-violetas sobre aquele véu perdido.
Não havia mais dúvidas, ela estava perdida naquele estante seus olhos ardiam em brasa a suas palpébras tremiam juntamente aquela vontade de de permanecer com eles abertos para não perder aquele momento, e não saí daquela sensação imensa.
Aí uma música soava como um pianista e uma partitura, perdidas nas ondas que quebravam a beira-mar.
Sem se perder nas mais enigmaticas rimas, e linhas dentro do subconciêncite ela desempenhava um papel obscuro sobre tudo aquilo, e enquando se levantava para vêr o sol nascer, seu corpo pairava a está alí e tudo aquilo que havia se passado não cabia palavras, e por aí se ia.
Deixa ficar subentendido.