- Alí estava ela sentada naquela areia branca de frente para o mar a observar o horizonte que se perdia naquela alvorada que matizava o azul do céu com os primeiros ultras-violetas sobre aquele véu perdido.
Não havia mais dúvidas, ela estava perdida naquele estante seus olhos ardiam em brasa a suas palpébras tremiam juntamente aquela vontade de de permanecer com eles abertos para não perder aquele momento, e não saí daquela sensação imensa.
Aí uma música soava como um pianista e uma partitura, perdidas nas ondas que quebravam a beira-mar.
Sem se perder nas mais enigmaticas rimas, e linhas dentro do subconciêncite ela desempenhava um papel obscuro sobre tudo aquilo, e enquando se levantava para vêr o sol nascer, seu corpo pairava a está alí e tudo aquilo que havia se passado não cabia palavras, e por aí se ia.
Deixa ficar subentendido.
Meu Deus, que inspiração!
ResponderExcluirGostei desse momento, gostei da frase final, do mistério dessa cena.
"aquela vontade de de permanecer com eles abertos para não perder aquele momento, e não saí daquela sensação imensa"
amei, me identifiquei.
:D
ééé, com uma ESCRITORA ASSIM, posso dizer mais uma vez: BOTE FÉ NO NOSSO REGGAE!
Concordo c a Nat dae d cima velho!!!! Fuuuuuuuu, tantas palavras soltas e desenhadas xD
ResponderExcluire tudo aquilo que havia se passado não cabia palavras, e por aí se ia.
ResponderExcluirDeixa ficar subentendido.
Muuito show Naat .